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riscos_e_rabiscos

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Que brilhem os sorrisos!

Hoje é dia de colocar um sorrisos nos lábios e no coração no matter what.

O sol brilha lá fora, o frio não se vai embora, a chuva foi dar uma volta a outras paragens e é dia da minha cidade cheirar a erva doce!

Embora tenha uma nuvem cinza clarinha a pairar sobre a minha cabeça, não há motivo para não escancarar um sorriso!

Quem alinha comigo?

{#emotions_dlg.sarcastic}

Muda o tempo...

Mudo eu também! Estava tão bem ontem e hoje estou a modos que "uma lástima". Bom, se calhar estoua exagerar um bocadinho também. :P

 

Apanhei um "fresquinho" ontem ao fim da tarde enquanto esperava pelo autocarro. Foi coisa pouca... meia hora ao frio e ao vento porque o $#&=)%&= sacana do autocarro passou antes da hora.

 

Hoje estou fungosa e aos espirros, pois está claro! E como se isto não bastasse, já tive uma pequena arrelia. Há coisas que me deixam danada porque parece que há pessoas que não têm sensibilidade a determinadas situações. Ou então afzem de propósito... sei lá! Fico.. decepcionada, talvez... não sei se é esta a palavra certa. Mas pronto, é seguir em frente.

 

Agora vou ali dar mais setecentos espirros e grelhar uma postinha de salmão que está a pedir-me para a devorar. E eu vou fazer-lhe a vontade!

 

Prova Superada!

Lembram-se do post anterior em que eu tinha terminado com a seguinte frase: 

"(...) não vou desanimar por todas estas coisas. Vou manter-me com pensamento positivo, escudar-me atrás de boa disposição e dar um sorriso ao sol." Se bem o escrevi, melhor o fiz.

 

Ora vejamos a restrospectiva diária. Acordei com uma crise alergia valente. Tomei a medicação toda e lá tratei de tudo para começar o meu primeiro dia de trabalhos após a interrupção do Carnaval. A energia positiva manteve-se apesar da moleza do antihistamínico.

 

O N. não veio mas eu mantive a alegria. Sempre posso matar as saudades via internet ou telefone. A vida assim obriga.

 

Quando fui para a escola, os "#%"#%#$ dos autocarros vieram atrasados o que me fez perder o meu segundo autocarro por segundos. Não estrebuchei nem disse mal da vida. Pensei como iria passar o tempo até que chegasse um autocarro que me levasse dali para apanhar um outro que passa perto da escola. Uma seca de vinte minutos. Beber um café pareceu-me boa ideia. E lá fui eu. Mais pensamento positivo e boa disposição, portanto. 

 

As aulas correram bem e os miúdos também estavam bem comportados. Parece-me que esta pausa lhe fez bem, que os deixou descansar e relaxar. Coloquei o meu melhor sorriso em acção.

 

Saio das aulas e quando vou a descer a rua, vejo o autocarro passar mais cedo. Saltou-me da boca um "porra, pá!" mas continuei a ser uma menina bem comportada. Levei a coisa na deposrtiva mesmo sabendo que, de certeza, iria ter uma seca descomunal. Como pude comprovar mais à frente. O autocarro que eu apanhei passou e-xac-ta-men-te uma hora depois de eu ter saído das aulas.

À conta de estar sempre a olhar para o lado ansiosa de vislumbrar o recorte do autocarro no horizonte, apanhei uma valente dor de pescoço. E como um mal nunca vem só, a minha amiga enxaqueca resolveu vir fazer companhia à dor de pescoço. Mas nem isto me deitou abaixo.

 

Por isso, por hoje posso dizer que a energia positiva e a boa disposição estiveram do meu lado. E para lhe fazer companhia, pus um belo sorriso nos lábios.

 

 

Coisas da Vida

                                       

 

Ia eu muito descansadinha de revistinha na mão beber um (des)café, quando deparo com uma multidão à porta da escola primária perto da minha mãe.

Não parei, segui o meu caminho sempre a olhar para o lado e na esperança de não embater com uma árvore ou alguém, pois estranhei tanta gente ali. Principalmente porque não era hora do recreio. Ouvi uma voz exaltada aqui, outra ali mas não percebi bolhufas… “ok, pensei eu, pelo menos não andam à batatada…”

Entrei no café, pedi o meu (des)café da praxe e comentei com o senhor J. que devia haver confusão ali na escola.

Depois reparei que, ao balcão, se encontrava uma fulaninha daquelas sem maneiras nenhumas a mandar postas de pescada para o ar. Estão a ver aquelas fulaninhas com mau aspecto, mania que são espertas e que têm de falar muito alto para ecoar por Portugal e arredores? Era uma dessas.

Só então percebi o porquê. Esta escola está altamente recheada de ciganos. Então acontecem coisas do arco da velha, tipo os putos levarem facas para a escola e ameaçaram auxiliares, colegas e profes, ciganas a espancarem auxiliares, etc.

Hoje o motivo, pelo que ouvi, foi a pistola que um cigano tinha levado para a escola. Não houve nenhum disparo, concerteza. Mas os pais estavam a manifestar-se, o pessoal da escola boicotou as aulas, portanto, não houve aulas para ninguém e as crianças afixaram cartolinas com desenhos elaborados por elas a exigir mais segurança.

Parece que já ontem tinha havido confusão na escola com umas ciganas.

Exijam mais segurança ao ministério. Só quem trabalha nas escolas é que vê na m****a em que a maioria delas se transformou. E é melhor calar-me para não começar a desfiar o meu rosário… :X

 

Mas o que me fez ganhar o dia hoje foi uma situação muito engraçada. Fui dar explicação a minha casa. E ia caminhando, calmamente pela rua, com os olhos postos no chão e a pensar na morte da bezerra. Passei por um café onde estava sentado um velhote na esplanada. Conforme passo, oiço-o dizer-me “Oh menina, não esteja triste!” Eu achei um piadão e respondi-lhe com um sorriso” não estou, não…” e prossegui o meu caminho. Mas depois fiquei a pensar: será que ando com uma expressão tão triste que até os que não me conhecem de lado nenhum notam? É que no colégio também notam que estou triste e estão sempre a perguntar-me se estou bem.

Antigamente a minha imagem de marca era o meu sorriso… será que estou a perdê-la?